A Paróquia Santa Rita de Cássia, na Diocese de Itabuna, no sul da Bahia, celebrou nesta segunda-feira, 12 de outubro, a Solenidade de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil. A Santa Missa, realizada às 7h, foi presidida pelo pároco, Frei Luciano de Oliveira Martins, OFMCap. A paróquia é administrada pelos Frades Menores Capuchinhos da Bahia e Sergipe.
Durante a homilia, o religioso destacou a presença materna e consoladora da Virgem Maria na vida dos brasileiros, recordando o encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida por três pescadores, em 1717, nas águas do Rio Paraíba do Sul, em São Paulo.
“Essa solenidade recorda sempre a proteção da Virgem Maria, sua presença materna e consoladora, experimentada por três homens tão simples, por três pescadores”, afirmou.
Frei Luciano também relacionou a imagem encontrada quebrada e coberta de sujeira às fragilidades humanas, ressaltando que, mesmo diante das dificuldades, os cristãos podem confiar na intercessão de Nossa Senhora.
“Temos uma Mãe, temos uma intercessora, temos um Deus e também temos a sua Mãe”, destacou.
O sacerdote concluiu a homilia lembrando que a solenidade reafirma a presença de Maria na caminhada dos fiéis. “A festa de hoje recorda, mais uma vez, a presença constante de Nossa Senhora na vida da Igreja, na vida do povo brasileiro e na vida de cada um de nós.”
Ao final da celebração, Frei Luciano também fez uma reflexão sobre o Dia das Crianças, comemorado na mesma data. O pároco chamou a atenção para a realidade de crianças que enfrentam a fome, o abandono e outras situações de vulnerabilidade, além de abordar a defesa da vida desde a concepção, conforme os ensinamentos da Igreja Católica.
“Quantas crianças hoje abandonadas? Quantas crianças hoje sem uma farofa no prato para comer?”, questionou.
Encerrando sua mensagem, o religioso convidou os fiéis à oração pelas crianças que enfrentam dificuldades. “Hoje também é dia de pensar nisso. Não é só na pipoca e no circo. Peçamos à Mãe Aparecida por essas realidades difíceis que nossas crianças passaram e estão passando”, concluiu.

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