{"id":82505,"date":"2025-03-31T19:04:01","date_gmt":"2025-03-31T22:04:01","guid":{"rendered":"http:\/\/portalcatolico.net\/portal\/?p=82505"},"modified":"2025-03-31T19:07:55","modified_gmt":"2025-03-31T22:07:55","slug":"torna-se-veneravel-o-brasileiro-jose-antonio-maria-ibiapina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portalcatolico.net\/portal\/torna-se-veneravel-o-brasileiro-jose-antonio-maria-ibiapina\/","title":{"rendered":"Torna-se Vener\u00e1vel o brasileiro Jos\u00e9 Ant\u00f4nio Maria Ibiapina"},"content":{"rendered":"<div class=\"article__subTitle\">Ser\u00e3o canonizados In\u00e1cio Choukrallah Maloyan, arcebispo de Mardin dos Arm\u00eanios, martirizado, em 1915, durante o genoc\u00eddio arm\u00eanio, e o leigo Pedro To Rot, m\u00e1rtir que viveu na Papua Nova Guin\u00e9 no s\u00e9culo passado. Tamb\u00e9m ser\u00e1 canonizada Maria do Monte Carmelo, fundadora das Irm\u00e3s Servas de Jesus. A religiosa ser\u00e1 a primeira santa da Venezuela. Ser\u00e1 beatificado o pe. Carmelo De Palma e o sacerdote brasileiro Jos\u00e9 Ant\u00f4nio Maria Ibiapina se torna Vener\u00e1vel.<\/div>\n<div class=\"title__separator\">A Igreja ter\u00e1 tr\u00eas novos santos, um novo beato e tamb\u00e9m um novo vener\u00e1vel. Os decretos foram autorizados pelo Papa Francisco nesta segunda-feira, 31 de mar\u00e7o.<\/div>\n<div>\n<p>Ser\u00e3o canonizados Choukrallah Maloyan, bispo de Mardin dos Arm\u00eanios, martirizado em 1915 durante o genoc\u00eddio arm\u00eanio; o leigo Pedro To Rot, da ilha de Rakunai \u2013 Rabaul, na atual Papua Nova Guin\u00e9, catequista, que viveu no s\u00e9culo passado, tamb\u00e9m m\u00e1rtir, morto por ter continuado seu apostolado n\u00e3o obstante a proibi\u00e7\u00e3o imposta pelos japoneses durante a II Guerra Mundial; e Maria do Monte Carmelo, religiosa fundadora das Servas de Jesus da Venezuela, que desempenhou com amor o seu servi\u00e7o nas par\u00f3quias e escolas, dedicando-se em particular aos mais necessitados.<\/p>\n<p>Ser\u00e1 beatificado Carmelo De Palma, sacerdote diocesano que exerceu seu minist\u00e9rio na Puglia entre o final do s\u00e9culo XIX e o s\u00e9culo XX. Foram reconhecidas as virtudes heroicas do servo de Deus Jos\u00e9 Ant\u00f4nio Maria Ibiapina, sacerdote brasileiro que viveu no s\u00e9culo XIX, que se torna vener\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>Arcebispo arm\u00eanio, m\u00e1rtir durante o genoc\u00eddio de seu povo<\/strong><\/p>\n<p>Choukrallah Maloyan nasceu em 1869, em Mardin, na atual Turquia. Desde a inf\u00e2ncia, demonstrou inclina\u00e7\u00e3o para a ora\u00e7\u00e3o e em 1883 ingressou no convento de Bzommar, no L\u00edbano, sede do Instituto do Clero Patriarcal Arm\u00eanio. Foi ordenado sacerdote, em 1896, e foi chamado de In\u00e1cio. Enviado para Alexandria, no Egito, destacou-se por suas prega\u00e7\u00f5es, em \u00e1rabe e turco, e dedicou-se ao minist\u00e9rio paroquial e ao estudo dos textos sagrados. Nomeado vig\u00e1rio patriarcal do Cairo, continuou o cuidado pastoral dos arm\u00eanios, mas no ano seguinte retornou a Alexandria devido a problemas nos olhos. Mais tarde, foi chamado a Constantinopla pelo Patriarca Boghos Bedros XII Sabbagghian, que lhe confiou seu secretariado pessoal, mas em julho de 1904 retornou a Alexandria para buscar tratamento e continuar seu apostolado l\u00e1. Seis anos depois, ele tornou-se vig\u00e1rio patriarcal de Mardin. Em 1911, participou do S\u00ednodo dos Bispos Arm\u00eanios em Roma, convocado para estudar a situa\u00e7\u00e3o criada na Turquia depois que o movimento dos Jovens Turcos chegou ao poder. Foi eleito arcebispo de Mardin. Em seguida, empreendeu uma visita \u00e0 sua diocese, dedicando-se particularmente \u00e0 forma\u00e7\u00e3o do clero. Ap\u00f3s o atentado de Sarajevo em 28 de junho de 1914, quando a Turquia se preparava para entrar na guerra, alistamentos for\u00e7ados e persegui\u00e7\u00f5es contra crist\u00e3os, especialmente arm\u00eanios, Maloyan colaborou com as autoridades, mas as igrejas continuaram recebendo amea\u00e7as e ataques, tanto que todas foram revistadas. Em 3 de junho, festa de Corpus Christi, Maloyan foi preso junto com 13 sacerdotes e outros 600 crist\u00e3os. Recusando-se a renunciar \u00e0 sua f\u00e9, todos foram executados em 11 de junho de 1915. Choukrallah Maloyan foi beatificado por Jo\u00e3o Paulo II em 7 de outubro de 2001, ano do centen\u00e1rio da cristianiza\u00e7\u00e3o da Arm\u00eania, e a fama de seu mart\u00edrio se espalhou rapidamente pelo mundo. Suas palavras e ensinamentos, especialmente sua caridade e perd\u00e3o aos perseguidores, s\u00e3o considerados por toda a Igreja, em seus diversos ritos, um exemplo v\u00e1lido e precioso para viver a fidelidade ao Evangelho, mesmo nos momentos mais dif\u00edceis. Por isso, reconhecendo a atualidade de seu testemunho, Rapha\u00ebl Bedros XXI Minassian, patriarca da Cil\u00edcia dos Arm\u00eanios, pediu sua canoniza\u00e7\u00e3o com a dispensa do milagre.<\/p>\n<p><strong>O primeiro santo da Papua Nova Guin\u00e9<\/strong><\/p>\n<p>Pedro To Rot nasceu em 5 de mar\u00e7o de 1912 na ilha de Rakunai-Rabaul, na atual Papua Nova Guin\u00e9. Criado numa fam\u00edlia numerosa, recebeu educa\u00e7\u00e3o crist\u00e3 e se tornou catequista. Dedicou-se ao servi\u00e7o pastoral com humildade e solicitude, movido tamb\u00e9m por grande caridade para com o pr\u00f3ximo: dedicou-se sobretudo aos pobres, aos doentes e aos \u00f3rf\u00e3os. Aos 23 anos, casou-se com Paula La Varpit, com quem teve tr\u00eas filhos. Quando os japoneses ocuparam Papua Nova Guin\u00e9 durante a II Guerra Mundial, todos os mission\u00e1rios foram presos, mas inicialmente a atividade pastoral n\u00e3o foi impedida. Pedro, portanto, limitou-se ao que \u00e9 permitido para n\u00e3o abandonar a comunidade crist\u00e3, continuou a catequese e preparou os casais para o matrim\u00f4nio, depois foi obrigado a restringir suas atividades que, por fim, foram todas proibidas. Pedro continuou seu apostolado em segredo, com extrema cautela, para n\u00e3o colocar em risco a vida dos fi\u00e9is, mas com plena consci\u00eancia de estar colocando em risco a sua pr\u00f3pria vida. Defensor corajoso do v\u00ednculo sacramental do matrim\u00f4nio crist\u00e3o, ele se op\u00f4s \u00e0 poligamia que os japoneses tinham permitido para ganhar as tribos locais e chegou ao ponto de contestar seu irm\u00e3o mais velho, que a havia escolhido. Foi por este motivo que este \u00faltimo o denunciou \u00e0 pol\u00edcia, que o prendeu em 1945. Condenado a dois meses de pris\u00e3o, morreu no c\u00e1rcere em julho, v\u00edtima de envenenamento. Beatificado por Jo\u00e3o Paulo II em 17 de janeiro de 1995 em Port Moresby, ele tamb\u00e9m foi dispensado de um milagre no caminho para a canoniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>A primeira santa da Venezuela<\/strong><\/p>\n<p>Nascida Carmen Elena Rend\u00edles Mart\u00ednez, Maria do Monte Carmelo \u00e9 natural de Caracas, Venezuela. Ela nasceu em 11 de agosto de 1903 e desde pequena ajudou sua m\u00e3e a administrar a fam\u00edlia, ap\u00f3s a morte de seu pai, e se dedicou ao apostolado na par\u00f3quia. Sentiu voca\u00e7\u00e3o religiosa e se aproximou de v\u00e1rios institutos at\u00e9 escolher, em 1927, a Congrega\u00e7\u00e3o das Servas de Jesus do Sant\u00edssimo Sacramento. Em 8 de setembro de 1932, ela fez seus votos perp\u00e9tuos e foi nomeada mestra de novi\u00e7as. Em 1946, tornou-se superiora provincial da Congrega\u00e7\u00e3o, que mais tarde se tornou um instituto secular, mas muitas religiosas latino-americanas decidiram criar uma nova fam\u00edlia religiosa: a Congrega\u00e7\u00e3o das Servas de Jesus. Ap\u00f3s um acidente de carro em 1974, Carmen passou os \u00faltimos anos de sua vida numa cadeira de rodas e morreu em 9 de maio de 1977. Beatificada em 16 de junho de 2018, para a canoniza\u00e7\u00e3o, a cura milagrosa, atribu\u00edda \u00e0 sua intercess\u00e3o, de uma jovem que em 2015 foi diagnosticada com hidrocefalia triventricular idiop\u00e1tica, que exigiu a coloca\u00e7\u00e3o de uma v\u00e1lvula de bypass, foi apresentada para exame ao Dicast\u00e9rio das Causas dos Santos. Ap\u00f3s passar por diversas cirurgias e interna\u00e7\u00f5es, o estado de sa\u00fade da jovem piorou. Mas um dia uma tia, participando de uma celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica em frente ao t\u00famulo de Madre Carmen, rezou por sua cura. Outros fi\u00e9is tamb\u00e9m pediram a intercess\u00e3o da religiosa e a pr\u00f3pria jovem doente participou de uma missa no local do sepultamento, na capela do Col\u00e9gio Bel\u00e9n, em Caracas. Ap\u00f3s tocar num quadro da religiosa, a doente melhorou rapidamente, tanto que no dia 18 de setembro come\u00e7ou a andar e a se comunicar, expressando o desejo de ir agradecer \u00e0 Madre Carmen. A recupera\u00e7\u00e3o da jovem foi completa, est\u00e1vel e duradoura e o evento foi considerado cientificamente inexplic\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>Um sacerdote da Puglia ser\u00e1 beatificado<\/strong><\/p>\n<p>Pr\u00f3ximo \u00e0 beatifica\u00e7\u00e3o, Carmelo De Palma nasceu em 27 de janeiro de 1876, em Bari, na It\u00e1lia. Depois de entrar no semin\u00e1rio, foi ordenado sacerdote em 17 de dezembro de 1898 em N\u00e1poles. De volta \u00e0 sua cidade natal, ocupou v\u00e1rios cargos na Bas\u00edlica de S\u00e3o Nicolau e tamb\u00e9m se tornou assistente diocesano da juventude feminina da A\u00e7\u00e3o Cat\u00f3lica, assistente diocesano das Mulheres da A\u00e7\u00e3o Cat\u00f3lica, diretor espiritual das Irm\u00e3s Beneditinas de Santa Escol\u00e1stica de Bari e dos Oblatos e Oblatas de S\u00e3o Bento, al\u00e9m de ser o animador da Uni\u00e3o Apost\u00f3lica do Clero de Bari. Sua espiritualidade de inspira\u00e7\u00e3o beneditina o levou a visitar frequentemente o mosteiro de Montecassino, onde conheceu o cardeal Alfredo Ildefonso Schuster, beneditino e arcebispo de Mil\u00e3o, com quem manteve correspond\u00eancia epistolar. Quando a Bas\u00edlica de S\u00e3o Nicolau foi confiada aos Padres Dominicanos em 1951, pe. Carmelo dedicou-se incansavelmente \u00e0 dire\u00e7\u00e3o espiritual de sacerdotes, religiosas e seminaristas e ao Sacramento da Reconcilia\u00e7\u00e3o, tanto que foi definido como um \u201cher\u00f3i do confession\u00e1rio\u201d. Afligido por diversas enfermidades, continuou a exercer seu minist\u00e9rio sacerdotal com fidelidade e humildade at\u00e9 sua morte em 24 de agosto de 1961. Para sua beatifica\u00e7\u00e3o, a postula\u00e7\u00e3o apresentou ao Dicast\u00e9rio das Causas dos Santos para exame a cura milagrosa, atribu\u00edda \u00e0 sua intercess\u00e3o, de uma monja beneditina do mosteiro de Santa Escol\u00e1stica de Bari, acometida em 8 de dezembro de 2001 por uma febre inicialmente considerada causada por uma gripe. Manifestou-se ent\u00e3o um enfraquecimento progressivo dos membros superiores e inferiores, foram detectados problemas neurol\u00f3gicos a n\u00edvel cervical e uma estenose do forame magno com consequente compress\u00e3o das estruturas bulbo-medulares que tiveram ent\u00e3o consequ\u00eancias graves incapacitantes. Em fevereiro de 2003, os restos mortais de Carmelo De Palma foram transferidos para o mosteiro de Santa Escol\u00e1stica e a abadessa convidou as religiosas a pedirem a intercess\u00e3o do vener\u00e1vel Servo de Deus pela cura da religiosa. Em 1\u00ba de junho de 2003, a religiosa teve uma melhora repentina e na manh\u00e3 seguinte conseguiu se levantar e andar. Embora testes repetidos tenham confirmado a persist\u00eancia da press\u00e3o na medula, nenhum efeito patol\u00f3gico foi encontrado e a monja recuperou a funcionalidade total de seus membros.<\/p>\n<p><strong>Um novo vener\u00e1vel para o Brasil<\/strong><\/p>\n<p>Brasileiro, natural de Sobral, no Estado do Cear\u00e1, Jos\u00e9 Ant\u00f4nio Maria Ibiapina, hoje vener\u00e1vel, nasceu em 5 de agosto de 1806. Ingressou no semin\u00e1rio de Olinda (Pernambuco) em 1823, onde permaneceu apenas tr\u00eas meses devido \u00e0 morte prematura de sua m\u00e3e. Quando eclodiu a revolta antilusitana em 1824, durante a qual seu pai e seu irm\u00e3o foram presos como rebeldes, o primeiro executado e o segundo condenado ao ex\u00edlio, Jos\u00e9 foi obrigado a dedicar-se aos estudos jur\u00eddicos para poder exercer uma profiss\u00e3o e sustentar suas irm\u00e3s que continuavam na pobreza. Ap\u00f3s se formar em Direito, tornou-se professor e depois magistrado e delegado de Pol\u00edcia da Prefeitura de Quixeramobim-Cear\u00e1. Em 2 de maio de 1834, foi eleito para o Parlamento Nacional e lhe foi confiada a presid\u00eancia da Comiss\u00e3o de Justi\u00e7a Criminal. Em 1835, ele apresentou um projeto de lei para impedir o desembarque de escravos vindos da \u00c1frica em territ\u00f3rio brasileiro. Mas como suas tentativas de melhorar o sistema judici\u00e1rio n\u00e3o tiveram sucesso, ele renunciou ao cargo de juiz e, uma vez encerrado seu mandato, n\u00e3o renovou sua candidatura ao Parlamento e mudou-se para Recife a fim de exercer a advocacia ao lado dos mais pobres. Em 1850, ele abandonou sua carreira jur\u00eddica, retirou-se para a solid\u00e3o e voltou a cultivar sua voca\u00e7\u00e3o inicial e, em 1853, foi ordenado sacerdote. Foi-lhe confiada v\u00e1rias tarefas na diocese da Para\u00edba e durante a epidemia de c\u00f3lera entregou-se sem reservas, tanto que o povo o chamava de \u201cperegrino da caridade\u201d. Fundou v\u00e1rias casas de acolhimento e assist\u00eancia \u00e0 sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o cultural e moral, forma\u00e7\u00e3o religiosa e profissionalizante nas regi\u00f5es da Para\u00edba e do Rio Grande do Norte. Ele tamb\u00e9m organizou miss\u00f5es populares e fez construir igrejas, capelas, hospitais e orfanatos. No final de 1875, ele foi acometido por uma paralisia progressiva dos membros inferiores e foi obrigado a se locomover numa cadeira de rodas. Tendo piorado irreversivelmente, faleceu em 19 de fevereiro de 1883. Foi reconhecido como vener\u00e1vel por sua exist\u00eancia exemplar, por ter vivido uma f\u00e9 intensa, alimentada pela ora\u00e7\u00e3o constante e pela Eucaristia e evidenciada por sua constante confian\u00e7a em Deus e em sua Provid\u00eancia em cada escolha de vida. A fama de santidade que o acompanhou durante sua vida continuou ap\u00f3s sua morte, acompanhada de testemunhos de gra\u00e7as. (Tiziana Campisi \u2013 Vatican News)<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ser\u00e3o canonizados In\u00e1cio Choukrallah Maloyan, arcebispo de Mardin dos Arm\u00eanios, martirizado, em 1915, durante o genoc\u00eddio arm\u00eanio, e o leigo Pedro To Rot, m\u00e1rtir que viveu na Papua Nova Guin\u00e9 no s\u00e9culo passado. Tamb\u00e9m ser\u00e1 canonizada Maria do Monte Carmelo, fundadora das Irm\u00e3s Servas de Jesus. A religiosa ser\u00e1 a primeira santa da Venezuela. 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