{"id":77739,"date":"2023-04-09T19:04:11","date_gmt":"2023-04-09T22:04:11","guid":{"rendered":"http:\/\/portalcatolico.net\/portal\/?p=77739"},"modified":"2023-04-09T19:04:11","modified_gmt":"2023-04-09T22:04:11","slug":"as-dores-de-maria-e-das-marias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portalcatolico.net\/portal\/as-dores-de-maria-e-das-marias\/","title":{"rendered":"As dores de Maria e das Marias"},"content":{"rendered":"<div class=\"article__subTitle\">Maria \u00e9 a protagonista deste S\u00e1bado Santo e a Virgem do Sil\u00eancio \u00e9 aqui retratada pelo Pe. Gianfranco Graziola com todas as suas dores, que s\u00e3o tamb\u00e9m as dores de tantas Marias mundo afora.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div class=\"title__separator\">\n<p><b>1\u00aa Ela ser\u00e1 m\u00e3e um fora da lei&#8230; (Lc 2,34-35)<\/b><\/p>\n<p><i>Sime\u00e3o os aben\u00e7oou e disse a Maria, a m\u00e3e de Jesus: \u2014Este menino foi escolhido por Deus tanto para a destrui\u00e7\u00e3o como para a salva\u00e7\u00e3o de muita gente em Israel. Ele vai ser um sinal de Deus; muitas pessoas falar\u00e3o contra ele,<\/i>&nbsp;<i>e assim os pensamentos secretos delas ser\u00e3o conhecidos. E a tristeza, como uma espada afiada, cortar\u00e1 o seu cora\u00e7\u00e3o, Maria.<\/i><\/p>\n<p>Quantas mulheres, quantas m\u00e3es ainda hoje ouvem dizer que seu filho \u00e9 algu\u00e9m que \u00e9 fora da lei, que \u00e9 um perigo para a sociedade, que n\u00e3o merece ser considerado como gente. Entretanto nossa sociedade, nossas comunidades n\u00e3o conseguem enxergar nele o semblante de um Deus rejeitado pela pr\u00f3pria humanidade, descartado, reduzido a mercadoria, a pe\u00e7a de um sistema que exclui e mata. Tamb\u00e9m n\u00e3o conseguimos ouvir o grito da M\u00e3e Terra, express\u00e3o do grito de tantas mulheres e m\u00e3es, &nbsp;ferida pelo descaso e a indiferen\u00e7a que corta seu cora\u00e7\u00e3o e mata a vida.<\/p>\n<p>Senhor, n\u00e3o deixei que nossos olhos, nossos ouvidos, nossos cora\u00e7\u00f5es fiquem fechados diante de tantos irm\u00e3os e tantas irm\u00e3s ca\u00eddas, esquecidas, jogadas nos submundos de nosso sistema econ\u00f4mico, consumista, que exclui e descarta. Fazei que possamos a exemplo de Jesus na sinagoga dizer-lhes: \u201cLevanta-te! Coloca-te no centro\u201d. V\u00f3s que sois Deus com o Pai, na unidade do Esp\u00edrito Santo. Am\u00e9m.<\/p>\n<p><b>2\u00aa Ela \u00e9 a M\u00e3e de um foragido (Mt 2, 13-21)<\/b><\/p>\n<p><i>\u201cUm anjo do Senhor apareceu num sonho a Jos\u00e9 e disse: \u2014Levante-se, pegue a crian\u00e7a e a sua m\u00e3e e fuja para o Egito. Fiquem l\u00e1 at\u00e9 eu avisar, pois Herodes est\u00e1 procurando a crian\u00e7a para mat\u00e1-la\u201d.<\/i><\/p>\n<p>Fugir de um sistema que tortura, que faz adoecer, que tira dos afetos e do aconchego do lar e que a todo o momento coloca em risco a pr\u00f3pria vida \u00e9 profundamente humano e logico, porque animado por um espirito inato de sobreviv\u00eancia que est\u00e1 no DNA de todo o ser vivo. No entanto quem foge dessa m\u00e1quina de morte de um sistema iniquo \u00e9 condenado duas vezes, e com ele quem mais sofre o estigma da condena\u00e7\u00e3o \u00e9 a M\u00e3e, a mulher, contraditoriamente \u00e0quela que gera vida. Ela pr\u00f3pria \u00e9 muitas vezes considerada e enxergada como algu\u00e9m foragida por uma sociedade patriarcal e machista.<\/p>\n<p>Senhor, ouvi o grito de dor de tantas mulheres e m\u00e3es que bradam pela vida de seus filhos e filhas, condenadas \u00e0 invisibilidade, \u00e0 segrega\u00e7\u00e3o, aos por\u00f5es de um mundo sem piedade e compaix\u00e3o. Fazei que como Jesus possamos dizer: \u201cNem eu te condeno, vai em paz e n\u00e3o voltes a pecar\u201d. V\u00f3s que sois Deus com o Pai, na unidade do Esp\u00edrito Santo. Am\u00e9m.<\/p>\n<p><b>3\u00aa Ela \u00e9 a M\u00e3e de um Filho sonhador (Lucas 2, 41-51)<\/b><\/p>\n<p><i>Quando os pais viram o menino, tamb\u00e9m ficaram admirados. E a sua m\u00e3e lhe disse: \u2014Meu filho, por que foi que voc\u00ea fez isso conosco? O seu pai e eu est\u00e1vamos muito aflitos procurando voc\u00ea.<\/i>&nbsp;<i>Jesus respondeu: \u2014Por que voc\u00eas estavam me procurando? N\u00e3o sabiam que eu devia estar na casa do meu Pai? Mas eles n\u00e3o entenderam o que ele disse.<\/i><\/p>\n<p>Nada demais para uma m\u00e3e sonhar o melhor para seu filho. Os sonhos e as expectativas come\u00e7am j\u00e1 quando ele \u00e9 concebido, \u00e9 gestado, \u00e9 dado \u00e0 luz. Quantos sonhos naqueles momentos em que o carrega no colo, lhe d\u00e1 aconchego, afeto, o amamenta, e o acompanha nas diferentes etapas da vida. Nada pode impedir que estes sonhos das formas mais diversas se tornem realidade. A m\u00e3e dos filhos de Zebedeu foi at\u00e9 Jesus pedir que ele realizasse os sonhos de seus filhos. O que n\u00e3o faz uma m\u00e3e para seus filhos! Mas como \u00e9 dif\u00edcil por uma m\u00e3e entender quando o filho tem um sonho diferente. Quanto sonhou vida plena para seu filho, para sua filha.<\/p>\n<p>O Senhor, tu consolaste as mulheres de Jerusal\u00e9m, continua consolando as m\u00e3es de nosso tempo, n\u00e3o deixe que sua for\u00e7a feminina, sua esperan\u00e7a, seu amor pela vida se enfraque\u00e7am.&nbsp; E mesmo quando lhe \u00e9 dif\u00edcil entender o caminho de seus filhos, socorre-as com tua sabedoria e alimenta-as com a luz do teu Esp\u00edrito para que por ele acalentadas possam continuar a ser o sopro materno do Deus criador e amante da vida. V\u00f3s que sois Deus com o Pai, na unidade do Esp\u00edrito Santo. Am\u00e9m.<\/p>\n<p><b>4\u00aa Ela \u00e9 a M\u00e3e de um filho servo (Fl 2, 1-11)<\/b><\/p>\n<p><i>Tenham entre voc\u00eas o mesmo modo de pensar que Cristo Jesus tinha:<\/i>&nbsp;<i>Ele tinha a natureza de Deus, mas n\u00e3o tentou ficar igual a Deus.<\/i>&nbsp;<i>Pelo contr\u00e1rio, ele abriu m\u00e3o de tudo o que era seu e tomou a natureza de servo, tornando-se assim igual aos seres humanos. E, vivendo a vida comum de um ser humano,<\/i>&nbsp;<i>ele foi humilde e obedeceu a Deus at\u00e9 a morte\u2014morte de cruz.<\/i>&nbsp;<i>Por isso Deus deu a Jesus a mais alta honra e p\u00f4s nele o nome que \u00e9 o mais importante de todos os nomes,<\/i>&nbsp;<i>para que, em homenagem ao nome de Jesus, todas as criaturas no c\u00e9u, na terra e no mundo dos mortos, caiam de joelhos<\/i>&nbsp;<i>e declarem abertamente que Jesus Cristo \u00e9 o Senhor, para a gl\u00f3ria de Deus, o Pai.<\/i><\/p>\n<p>Quantas m\u00e3es esperavam do filho um futuro brilhante, uma carreira r\u00e1pida, competitiva e arrasadora que fa\u00e7a dele algu\u00e9m bem-sucedido na vida. Nem sempre esse futuro se concretiza, ao contr\u00e1rio, ele parece remar exatamente ao contr\u00e1rio do que se tinha pensado e imaginado, e em lugar do sucesso, das luzes do holofotes chega a escurid\u00e3o das masmorras, dos por\u00f5es, dos subterr\u00e2neos que transformam corpos em fantasmas e sonhos em pesadelos. Maria talvez soubesse idealmente o que era o projeto de vida que esperava seu filho, jovem da periferia, conhecedor da lei e dos preceitos religiosos, mas ao mesmo tempo rebelde e contestador de leis e preceitos que somente favoreciam os mais fortes e at\u00e9 a casta religiosa do templo e penalizavam e puniam os mais pobres e fragilizados.<\/p>\n<p>Senhor Jesus, apesar de ser divino assumistes a condi\u00e7\u00e3o humana fazendo-te servo humilde, amando os pequenos e os pobres, acolhendo os publicanos e as prostitutas, cuidando dos exclu\u00eddos e perdoando os pecadores.&nbsp; Te pedimos que,&nbsp; n\u00e3o falte em n\u00f3s o esp\u00edrito de servi\u00e7o que alimente a profecia e cada dia mais nos fa\u00e7a compreender qual \u00e9 o caminho do teu Reino de vida, de justi\u00e7a e de paz. V\u00f3s que sois Deus com o Pai, no Esp\u00edrito Santo. Am\u00e9m.<\/p>\n<p><b>5\u00aa Ela \u00e9 a M\u00e3e de um condenado \u00e0 morte (Jo\u00e3o 19, 25-27)<\/b><\/p>\n<p><b>&nbsp;<\/b><i>Perto da cruz de Jesus, estavam de p\u00e9&nbsp;a sua m\u00e3e, a irm\u00e3 da sua m\u00e3e, Maria de Cl\u00e9ofas,&nbsp;e Maria Madalena.&nbsp;Jesus, ao ver sua m\u00e3e e, ao lado dela,&nbsp;o disc\u00edpulo que ele amava, disse \u00e0 m\u00e3e:&nbsp;&nbsp;&#8220;Mulher, este \u00e9 o teu filho&#8221;.&nbsp;Depois disse ao disc\u00edpulo:&nbsp;&#8220;Esta \u00e9 a tua m\u00e3e&#8221;.&nbsp;Daquela hora em diante, o disc\u00edpulo a acolheu consigo.<\/i><\/p>\n<p>Quantas m\u00e3es ficam de p\u00e9 junto dos filhos crucificados, rejeitados, descartados e mortos em nosso tempo. Quantos jovens pretos, pobres, perif\u00e9ricos s\u00e3o imolados nos tribunais de nosso pa\u00eds, onde a justi\u00e7a \u00e9 por poucos, o olhar \u00e9 seletivo, discriminante, e a justi\u00e7a condena a morte. Mas tamb\u00e9m em nossos templos, em nossas comunidades continuamos, apesar de ter diante de n\u00f3s o crucificado, a condenar, crucificar e matar irm\u00e3os por meio de prejulgamentos, do legalismo, de moralismos. At\u00e9 no c\u00e1rcere continuamos cegos diante do Cristo preso e torturado e surdos aos seus gritos de dor e a sua sede de vida.<\/p>\n<p>Senhor Jesus, diante do suplicio da cruz, tu nos entregas tua m\u00e3e e nela as m\u00e3es cujos filhos e filhas continuam sendo executados e mortos pelo sistema violento do c\u00e1rcere, pela indiferen\u00e7a que os confina nos subterr\u00e2neos da hist\u00f3ria e nas periferias da exist\u00eancia humana. Te pedimos, ajuda-nos como disc\u00edpulos e disc\u00edpulas a acolher todos e todas quanto se confiam a n\u00f3s. V\u00f3s que sois Deus com o Pai, na unidade do Esp\u00edrito Santo. Am\u00e9m.<\/p>\n<p><b>6\u00aa Ela \u00e9 a M\u00e3e de muitas Marias (Mateus 27, 55-61)<\/b><\/p>\n<p><i>Muitas mulheres estavam ali, observando de longe. Elas haviam seguido<\/i>&nbsp;<i>Jesus desde a Galileia, para o servir.&nbsp;<\/i><i>Entre elas estavam Maria Madalena; Maria, m\u00e3e de Tiago e de Jos\u00e9; e a m\u00e3e dos filhos de Zebedeu.&nbsp;Ao cair da tarde chegou um homem rico, de Arimat\u00e9ia, chamado Jos\u00e9, que se<\/i>&nbsp;<i>tornara disc\u00edpulo de Jesus.&nbsp;Dirigindo-se a Pilatos, pediu o corpo de Jesus, e Pilatos ordenou que lhe fosse entregue.&nbsp;Jos\u00e9 tomou o corpo, envolveu-o num len\u00e7ol limpo de linho&nbsp;e o colocou num sepulcro novo, que ele havia mandado cavar na rocha. E, fazendo rolar uma grande pedra sobre a entrada do sepulcro, retirou-se.&nbsp;Maria Madalena e a outra Maria estavam assentadas ali, em frente do sepulcro.<\/i><\/p>\n<p>Quantas mulheres sensibilizadas e solidarias com a dor de uma m\u00e3e que v\u00ea seu filho esfacelado e quebrado no corpo sob o peso de um madeiro, de um pat\u00edbulo reservado aos escravos, aos malfeitores, \u00e0queles que nem como gente s\u00e3o mais considerados, ao ponto de quebrar-lhes os ossos para certificar sua morte, enquanto ao seu filho uma lan\u00e7a abre-lhe o lado de onde sai sangue e \u00e1gua. Como n\u00e3o ouvir ecoar dentro as palavras do velho Sime\u00e3o que como espada transpassam agora o cora\u00e7\u00e3o. Mas Maria, a M\u00e3e de Jesus, mesmo na dor continua sendo a M\u00e3e de tantas Marias que ontem como hoje ficam de p\u00e9 junto aos seus filhos crucificados consolando a sua dor.<\/p>\n<p>\u00d3 Deus, Maria, acolhendo a vossa Palavra no cora\u00e7\u00e3o sem mancha, mereceu conceb\u00ea-lo no seio virginal e, ao dar \u00e0 luz o Fundador, Jesus Cristo, acalentou a Igreja que nascia. Recebendo aos p\u00e9s da cruz o testamento da caridade divina, assumiu todos os seres humanos como filhos e filhas, renascidos para a vida eterna, pela morte de Cristo.&nbsp;Concedei-nos Pai de bondade que, pela sua intercess\u00e3o todas as m\u00e3es possam experimentar a consola\u00e7\u00e3o que vem do vosso Filho Jesus que \u00e9 Deus convosco na unidade do Esp\u00edrito Santo. Am\u00e9m.<\/p>\n<p><b>7\u00aa Ela \u00e9 a M\u00e3e do sil\u00eancio do s\u00e1bado (Lucas 23, 55-56)<\/b><\/p>\n<p><i>As mulheres que haviam acompanhado Jesus desde a Galileia, seguiram Jos\u00e9 e viram o sepulcro e como o corpo de Jesus fora colocado nele.&nbsp;<\/i><i>Em seguida, foram para casa e prepararam perfumes e especiarias arom\u00e1ticas. E descansaram no s\u00e1bado, em obedi\u00eancia ao mandamento.<\/i><\/p>\n<p>Que est\u00e1 acontecendo hoje? Um grande sil\u00eancio reina sobre a terra. Um grande sil\u00eancio e&nbsp;uma grande solid\u00e3o. Um grande sil\u00eancio, porque o Rei est\u00e1 dormindo; a terra estremeceu e&nbsp;ficou silenciosa, porque o Deus feito homem adormeceu e acordou os que dormiam h\u00e1&nbsp;s\u00e9culos. Deus morreu na carne e despertou a mans\u00e3o dos mortos&#8230;<\/p>\n<p>Por ti, eu, o teu Deus, me tornei teu filho; por ti, eu, o Senhor, tomei tua condi\u00e7\u00e3o de&nbsp;escravo. Por ti, eu, que habito no mais alto dos c\u00e9us, desci \u00e0 terra e fui at\u00e9 mesmo sepultado&nbsp;debaixo da terra; por ti, feito homem, tornei-me como algu\u00e9m sem apoio, abandonado entre&nbsp;os mortos. Por ti, que deixaste o jardim do para\u00edso, ao sair de um jardim fui entregue aos&nbsp;judeus e num jardim, crucificado.&nbsp;<\/p>\n<p>V\u00ea em meu rosto os escarros que por ti recebi, para restituir-te o sopro da vida original. V\u00ea&nbsp;na minha face as bofetadas que levei para restaurar, conforme \u00e0 minha imagem, tua beleza&nbsp;corrompida.&nbsp;V\u00ea em minhas costas as marcas dos a\u00e7oites que suportei por ti para retirar de teus ombros o&nbsp;peso dos pecados. V\u00ea minhas m\u00e3os fortemente pregadas \u00e0 \u00e1rvore da cruz, por causa de ti,&nbsp;como outrora estendeste levianamente as tuas m\u00e3os para a \u00e1rvore do para\u00edso.&nbsp;<\/p>\n<p>Adormeci na cruz e por tua causa a lan\u00e7a penetrou no meu lado, como Eva surgiu do teu, ao&nbsp;adormeceres no para\u00edso. Meu lado curou a dor do teu lado. Meu sono vai arrancar-te do&nbsp;sono da morte. Minha lan\u00e7a deteve a lan\u00e7a que estava dirigida contra ti.&nbsp;<\/p>\n<p>Levanta-te, vamos daqui. O inimigo te expulsou da terra do para\u00edso; eu, por\u00e9m, j\u00e1 n\u00e3o te&nbsp;coloco no para\u00edso, mas num trono celeste. O inimigo afastou de ti a \u00e1rvore, s\u00edmbolo da vida;&nbsp;eu, por\u00e9m, que sou a vida, estou agora junto de ti. Constitu\u00ed anjos que, como servos, te&nbsp;guardassem; ordeno agora que eles te adorem como Deus, embora n\u00e3o sejas Deus.&nbsp;Est\u00e1 preparado o trono dos querubins, prontos e a postos os mensageiros, constru\u00eddo o leito&nbsp;nupcial, preparado o banquete, as mans\u00f5es e os tabern\u00e1culos eternos adornados, abertos os&nbsp;tesouros de todos os bens e o reino dos c\u00e9us preparado para ti desde toda a eternidade\u201d.&nbsp;[Antiga Homilia do S\u00e1bado Santo, s\u00e9c. IV]<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"article__text\">\n<p><b>Por: Pe. Gianfranco Graziola<\/b><\/p>\n<p>Fonte e foto: Vatican News<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Maria \u00e9 a protagonista deste S\u00e1bado Santo e a Virgem do Sil\u00eancio \u00e9 aqui retratada pelo Pe. Gianfranco Graziola com todas as suas dores, que s\u00e3o tamb\u00e9m as dores de tantas Marias mundo afora. &nbsp; 1\u00aa Ela ser\u00e1 m\u00e3e um fora da lei&#8230; (Lc 2,34-35) Sime\u00e3o os aben\u00e7oou e disse a Maria, a m\u00e3e de&nbsp;<\/p>\n<p><a class=\"btn btn-style\" href=\"https:\/\/portalcatolico.net\/portal\/as-dores-de-maria-e-das-marias\/\">Continue Reading<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":77740,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-77739","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-igreja_no_mundo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/portalcatolico.net\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/77739","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/portalcatolico.net\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/portalcatolico.net\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/portalcatolico.net\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/portalcatolico.net\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=77739"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/portalcatolico.net\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/77739\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":77741,"href":"https:\/\/portalcatolico.net\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/77739\/revisions\/77741"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/portalcatolico.net\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/77740"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/portalcatolico.net\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=77739"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/portalcatolico.net\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=77739"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/portalcatolico.net\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=77739"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}