As Irmãs Missionárias Agostinianas Recoletas celebraram, na sexta-feira, 28 de agosto, 33 anos de presença em Itabuna. A data foi marcada por uma celebração eucarística em ação de graças, realizada na Igreja Matriz Nossa Senhora Aparecida e presidida pelo padre Gilvan Oliveira.
A celebração ocorreu na memória litúrgica de Santo Agostinho de Hipona e contou com a presença do Conselho Indigenista Missionário, CIMI Leste, além de religiosas e membros da comunidade. O momento recordou a trajetória das irmãs e o trabalho desenvolvido ao longo de mais de três décadas no município e em diferentes comunidades.
A missão das Agostinianas Recoletas em Itabuna teve início em 28 de agosto de 1993, com a chegada das irmãs Zuleica Belote, Maria Josefina Casagrande e Neuza Campanin. Desde então, a atuação da congregação tem sido marcada pelo serviço pastoral e social, com atenção especial à missão junto aos povos indígenas.
No Sul da Bahia, as religiosas também construíram uma trajetória de colaboração com o CIMI Leste, acompanhando os povos Pataxó Hã-Hã-Hãe e Tupinambá de Olivença. A missão envolve ações voltadas à defesa da vida, da dignidade, dos territórios e dos direitos dos povos indígenas.
Durante a celebração dos 33 anos, também foi recordado o testemunho da irmã Cleusa Rody Coelho, religiosa agostiniana recoleta que dedicou sua vida à missão junto aos povos indígenas na Amazônia. Sua trajetória permanece como referência para religiosos, missionários e agentes que atuam nessa missão.
A comemoração reuniu ainda as irmãs Eliane e Sálvia, Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição. A presença das religiosas reforçou o caráter de comunhão e gratidão pela história construída pelas diferentes congregações no serviço à Igreja e às comunidades.
Os 33 anos das Missionárias Agostinianas Recoletas em Itabuna representam uma trajetória marcada pela fé, pelo serviço e pelo compromisso missionário, especialmente junto às populações indígenas. A celebração também prestou homenagem às religiosas que, ao longo dessas mais de três décadas, contribuíram para a construção dessa história no Sul da Bahia.
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